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	<title>SALAMALANDRO</title>
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	<description>poesia contra a moral e os bons costumes :: anotações de leo gonçalves</description>
	<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 16:10:49 +0000</pubDate>
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		<title>dez faces: uma boa dica para o sábado</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 16:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leo gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[agenda]]></category>

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		<description><![CDATA[
ok, eu tinha prometido escrever um comentário sobre o belo projeto do jornal dez faces, que teve sua inauguração em novembro de 2006 e do qual tive a honra de participar em agosto de 2007. não pude fazê-lo ainda. mas enquanto as coisas vão se organizando, deixo a dica para o lançamento da antologia dezfaces, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-559" title="lançamento da antologia dez faces: sábado, dia 06 de setembro a partir das 11h na livraria scriptum" src="http://www.salamalandro.redezero.org/wp-content/uploads/2008/09/e-flyer-antologia-dezfaces.jpg" alt="" width="500" height="316" /></p>
<p>ok, eu tinha prometido escrever um comentário sobre o belo projeto do jornal dez faces, que teve sua inauguração em novembro de 2006 e do qual tive a honra de participar em agosto de 2007. não pude fazê-lo ainda. mas enquanto as coisas vão se organizando, deixo a dica para o lançamento da antologia dezfaces, que conta com excelentes os poetas: adriana versiani, álvaro andrade garcia, ana caetano, camilo lara, carlos augusto novaes, luciana tonelli, marcelo dolabela, rogério barbosa da silva, vera casa nova e o artista plástico marcelo kraiser.</p>
<p>o lançamento acontece sábado, na <strong>livraria scriptum</strong><br />
rua fernandes tourinho, 99 [(31) 3223 1789]</p>
<p>a partir das 11h.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>05 de setembro: dia cage</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 13:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leo gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[agenda]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-556" title="homenagem a john cage, dia 05/09 na guignard" src="http://www.salamalandro.redezero.org/wp-content/uploads/2008/09/cage-11.jpg" alt="" width="446" height="664" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>marcelo terça nada!: xilogravura</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 20:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leo gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[arte]]></category>

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esta xilo premonitória do marcelo terça-nada! me foi dada de presente em dezembro de 2000. publico-a aqui, de memória.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-553" title="xilogravura de marcelo terça-nada! (dez/2000)" src="http://www.salamalandro.redezero.org/wp-content/uploads/2008/09/gravura_marcelo_corte.jpg" alt="" width="500" height="444" /></p>
<p>esta xilo premonitória do <strong><a href="http://virgulaimagem.redezero.org/" target="_blank">marcelo terça-nada!</a></strong> me foi dada de presente em dezembro de 2000. publico-a aqui, de memória.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>marcelo terça-nada!: um poema</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 20:04:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leo gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[arte]]></category>

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		<description><![CDATA[lá pelos idos de 1998, este poema do marcelo terça-nada! freqüentava as paredes da minha casa. como ando fazendo escavações arqueológicas entre os meus papéis e batendo a poeira da memória, resolvi homenagear hoje o meu amigo com um poema dele mesmo.
saravá marcelo!
.
rosas vermelhas ou poema com os pés doendo 
desce na rua da igreja
vira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>lá pelos idos de 1998, este poema do <strong><a href="http://virgulaimagem.redezero.org/" target="_blank">marcelo terça-nada!</a></strong> freqüentava as paredes da minha casa. como ando fazendo escavações arqueológicas entre os meus papéis e batendo a poeira da memória, resolvi homenagear hoje o meu amigo com um poema dele mesmo.</p>
<p>saravá marcelo!</p>
<p><span style="color: #fffdf6;">.</span></p>
<p><strong>rosas vermelhas ou poema com os pés doendo </strong></p>
<p>desce na rua da igreja<br />
vira à esquerda na rua direita<br />
sobe a terceira acolá<br />
e passa cá<br />
tavendo ali<br />
atrás<br />
do lado da república<br />
não, não,<br />
anda mais um pouco<br />
naquela ladeira?<br />
logo depois<br />
do segundo casarão<br />
um segundo<br />
pára<br />
(pra respirar)</p>
<p>sobe desce sobe<br />
vira pula cai</p>
<p>é? não é</p>
<p>quebra na próxima<br />
pega a travessa<br />
passa as casas tortas<br />
vira volta</p>
<p>mais nenhum quarteirão!<br />
teima</p>
<p>sobe essa<br />
aqui ali<br />
uma bica      ah!<br />
sede morta<br />
tenta aquela</p>
<p>quase fim<br />
outra informação:<br />
não temos rosas vermelhas nesta época do ano</p>
<p>(ouro preto, 31 de quase 1997)</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>lançamento do livro &#8220;machado de assis tradutor&#8221; de jean-michel massa</title>
		<link>http://www.salamalandro.redezero.org/lancamento-do-livro-machado-de-assis-tradutor/</link>
		<comments>http://www.salamalandro.redezero.org/lancamento-do-livro-machado-de-assis-tradutor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 19:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leo gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[livros]]></category>

		<category><![CDATA[língua]]></category>

		<category><![CDATA[mercado editorial]]></category>

		<category><![CDATA[outra imprensa]]></category>

		<category><![CDATA[tradução]]></category>

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		<description><![CDATA[Machado de Assis Tradutor, livro de Jean-Michel Massa é lançado em Belo Horizonte
O pesquisador francês Jean-Michel Massa vem a Belo Horizonte para o lançamento da tradução de seu ensaio Machado de Assis Tradutor. Ele fará uma palestra sobre a obra do autor brasileiro, em evento promovido pela Pos-Lit - Programa de Pós-Graduação em Literatura, da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Machado de Assis Tradutor</em>, livro de Jean-Michel Massa é lançado em Belo Horizonte</strong></p>
<p>O pesquisador francês Jean-Michel Massa vem a Belo Horizonte para o lançamento da tradução de seu ensaio Machado de Assis Tradutor. Ele fará uma palestra sobre a obra do autor brasileiro, em evento promovido pela Pos-Lit - Programa de Pós-Graduação em Literatura, da Faculdade de Letras da UFMG.</p>
<p>Pioneiro do estudo da formação de Machado de Assis e ainda hoje quem melhor conhece seu trabalho de tradutor, Jean-Michel Massa é responsável pela divulgação, em 1965, dos Dispersos de Machado de Assis, em que reuniu boa parte da produção machadiana antes não identificada e/ou confinada em periódicos de difícil acesso e do inventário dos 718 livros que ainda restavam da biblioteca do escritor.</p>
<p>Em Machado de Assis tradutor, J.-M. Massa divulga o resultado de sua minuciosa pesquisa. Identifica e analisa 46 traduções de nosso autor, sendo 3 delas inéditas.</p>
<p>Ao lado de traduções conhecidas, como o romance Os trabalhadores do mar, de Victor Hugo, e o poema &#8220;O corvo&#8221;, de Edgar Allan Poe, estão listadas e analisadas as demais obras traduzidas, algumas por encomenda, outras por escolha do tradutor. A maior parte é de peças teatrais e poemas de autores variados, mas em que prevalecem textos franceses.</p>
<p>Machado de Assis traduziu com regularidade desde o início de sua carreira até a maturidade. Acompanhar seu percurso como tradutor ajuda a compreender sua formação como poeta, crítico, contista, dramaturgo, cronista e romancista.</p>
<p>Fato marcante é que seu primeiro livro publicado seja uma tradução – Queda que as mulheres têm para os tolos (Typografia Paula Brito, 1861; reedição: Crisálida, 2003) – e que seus trabalhos seguintes sejam adaptações de textos franceses para o teatro, seguido de um livro de poemas, Chrysalidas (Garnier, 1864; reedição: Crisálida, 2000), em que mescla poemas próprios com traduções de A. Dumas Filho, M. de Staël, H. Heine, A. Mickiewicz, Dante Alighieri, La Fontaine, entre outros. É uma verdadeira antologia das literaturas européias.</p>
<p>Em seguida à publicação do ensaio, Jean-Michel Massa publicará, em outubro, o livro organizado e anotado por ele, Três peças francesas traduzidas por Machado de Assis. Trata-se de traduções (inéditas) de Machado de Assis.</p>
<p><strong>Machado de Assis Tradutor</strong> de Jean-Michel Massa<br />
Crisálida Editora, 2008.<br />
Tradução: Oséias Silas Ferraz<br />
128 páginas  preço: R$ 24,00<br />
Local: Faculdade de Letras da UFMG (Auditório Sonia Viegas)<br />
Av. Antônio Carlos, 6777 - Campus da Pampulha</p>
<p>Data: 08 de setembro, segunda-feira, 19 horas</p>
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		<title>o terreiro zen e o pessegueiro de oxóssi</title>
		<link>http://www.salamalandro.redezero.org/o-monge-zen-e-o-pessegueiro-de-oxossi/</link>
		<comments>http://www.salamalandro.redezero.org/o-monge-zen-e-o-pessegueiro-de-oxossi/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 00:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leo gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[haicai]]></category>

		<category><![CDATA[poema]]></category>

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		<description><![CDATA[dia desses, caminhando pela rua da minha casa, me deparei com um pessegueiro todo florido ao lado de um antigo templo a oxóssi recém demolido. esse acontecimento anunciava a volta do zen nos meus afazeres cotidianos. a seguir, as foto-haicais que marcaram a ocasião.
桃
a flor do pessegueiro
como no koan
já tem um pêssego inteiro
***
sarashina belo horizonte
um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>dia desses, caminhando pela rua da minha casa, me deparei com um pessegueiro todo florido ao lado de um antigo templo a oxóssi recém demolido. esse acontecimento anunciava a volta do zen nos meus afazeres cotidianos. a seguir, as foto-haicais que marcaram a ocasião.</p>
<h1 style="text-align: center;">桃</h1>
<p style="text-align: center;">a flor do pessegueiro<br />
como no koan<br />
já tem um pêssego inteiro</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p style="text-align: center;">sarashina belo horizonte<br />
um pêssego em flor<br />
bashô em minas</p>
<p style="text-align: center;">***<br />
primavéspera dança<br />
na planta verde e rosa<br />
como se oxóssi fosse</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>paulo leminski, 24 de agosto de 2008</title>
		<link>http://www.salamalandro.redezero.org/paulo-leminski-no-dia-24-de-agosto-de-2008/</link>
		<comments>http://www.salamalandro.redezero.org/paulo-leminski-no-dia-24-de-agosto-de-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 23:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leo gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[antropofagia]]></category>

		<category><![CDATA[paulo leminski]]></category>

		<category><![CDATA[poesia]]></category>

		<category><![CDATA[salamalandro]]></category>

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		<description><![CDATA[
já se tornou quase uma tradição (sem compromisso) a data de hoje no salamalandro. não dá pra esconder a importância de paulo leminski na minha vida. e vida é uma palavra-chave para a leminskidade da minha poesia (hoje, se me perguntarem se recebo influência de leminski, eu arrenego).
no dia 24 de agosto, ele completaria 64 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-547" title="leminski" src="http://www.salamalandro.redezero.org/wp-content/uploads/2008/08/leminski.jpg" alt="" /></p>
<p>já se tornou quase uma tradição (sem compromisso) a data de hoje no salamalandro. não dá pra esconder a importância de paulo leminski na minha vida. e vida é uma palavra-chave para a leminskidade da minha poesia (hoje, se me perguntarem se recebo influência de leminski, eu arrenego).</p>
<p>no dia 24 de agosto, ele completaria 64 anos de vida. mas como na carne não rolou, só nos resta homenagear a curta vida do cara que foi o grande mestre da minha geração.</p>
<p>e vai em bloco: neste momento está acontecendo a última sessão da semana paulo leminski, com a presença de toninho vaz (autor da biografia desse &#8220;bandido que sabia latim&#8221;) e leitura de poemas. mas pra mim, a homenagem mais comovente é a do <a href="http://zonabranca.blog.uol.com.br/arch2008-08-17_2008-08-23.html" target="_blank">ademir assunção</a>, lá na <strong><a href="http://zonabranca.blog.uol.com.br/arch2008-08-17_2008-08-23.html" target="_blank">espelunca</a></strong>.</p>
<blockquote><p>já me matei faz muito tempo<br />
me matei quando o tempo era escasso<br />
e o que havia entre o tempo e o espaço<br />
era o de sempre<br />
nunca mesmo o sempre passo</p>
<p>morrer faz bem à vista e ao baço<br />
melhora o ritmo do pulso<br />
e clareia a alma</p>
<p>morrer de vez em quando<br />
é a única coisa que me acalma</p>
<p><em>p. leminski</em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>programa petrobrás cultural (informe-se)</title>
		<link>http://www.salamalandro.redezero.org/programa-petrobras-cultural-3/</link>
		<comments>http://www.salamalandro.redezero.org/programa-petrobras-cultural-3/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 21:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leo gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[agenda]]></category>

		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<category><![CDATA[livros]]></category>

		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[um acordo entre a petrobrás e o ministério da cultura abre novos rumos para a atual edição do programa petrobrás cultural. a novidade é que os interessados em enviar projetos não terão mais que aprová-los previamente na lei rouanet.
O &#8220;Acordo de Cooperação Técnica Ministério da Cultura - Petrobras&#8221; cria uma etapa semifinal no processo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>um acordo entre a petrobrás e o ministério da cultura abre novos rumos para a atual edição do programa petrobrás cultural. a novidade é que os interessados em enviar projetos não terão mais que aprová-los previamente na lei rouanet.</p>
<blockquote><p>O &#8220;Acordo de Cooperação Técnica Ministério da Cultura - Petrobras&#8221; cria uma etapa semifinal no processo de análise/seleção do PPC, durante a qual o MinC analisará, sob os critérios e requisitos da lei Rouanet, os projetos finalistas do PPC, conferindo (ou não) a eles a aprovação na Lei Rouanet. Essa nova etapa será inserida após o final do trabalho das comissões de seleção e antes da decisão final pelo Conselho Petrobras Cultural, que definirá os projetos vencedores e uma lista de suplentes.</p>
<p>Dessa forma, todos os projetos vencedores, quando anunciados, já estarão aprovados na lei de incentivo fiscal, tendo então prazo de 30 dias improrrogáveis para a apresentação da documentação exigida pela Petrobras para a contratação, sob pena de convocação de projetos suplentes (que, conforme explicado acima, também já estarão devidamente aprovados na lei de incentivo).</p></blockquote>
<p>quem quiser mais informações, prepare-se. na próxima quinta-feira, dia 28 de agosto, às 16h30, haverá um chat com a gerente de patrocínios da petrobrás, eliane costa, e o responsável pela seleção pública do setor de Literatura, giuseppe zani. a primeira hora irá tratar das questões relativas ao setor de <em>criação literária: ficção e poesia</em>.</p>
<p>fique atento às notícias no site da petrobrás:<br />
<a href="http://www2.petrobras.com.br/CULTURA/ppc/index.asp"> http://www2.petrobras.com.br/CULTURA/ppc/index.asp</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>caymmi encontra o canoeiro</title>
		<link>http://www.salamalandro.redezero.org/caymmi-encontra-o-canoeiro/</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 15:20:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leo gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[antropofagia]]></category>

		<category><![CDATA[dorival caymmi]]></category>

		<category><![CDATA[música]]></category>

		<category><![CDATA[policromia]]></category>

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		<description><![CDATA[
acordo no domingo com vontade de informação. abro alguns blogues. encontro caetano que diz: &#8220;caymmi completou sua vida luminosa&#8221;. entendo tudo. fico triste. caymmi foi na jangada e a jangada voltou só. ele tinha 94 anos e pouco mais de 80 canções compostas. 80 canções inesquecíveis que ensinaram pro brasil o que é que tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-544" title="dorival caymmi se encontra com aimé césaire no orum" src="http://www.salamalandro.redezero.org/wp-content/uploads/2008/08/caymmi02.jpg" alt="" width="400" height="396" /></p>
<p>acordo no domingo com vontade de informação. abro alguns blogues. encontro caetano que diz: &#8220;caymmi completou sua vida luminosa&#8221;. entendo tudo. fico triste. caymmi foi na jangada e a jangada voltou só. ele tinha 94 anos e pouco mais de 80 canções compostas. 80 canções inesquecíveis que ensinaram pro brasil o que é que tem no tabuleiro da baiana. sem caymmi não tinha bossa nova, não tinha tropicália, nem o renascimento do samba nos anos setenta, nem muitas outras coisas que formam aquilo que chamamos hoje de brasil.</p>
<p>foi também ele que ensinou a música brasileira a gostar desavergonhadamente dos seus orixás, da sua cor, da sua miscigenação cultural e biológica. o toque do tambor e a beleza da mulher negra nas consoantes oclusivas de &#8220;atrás do dengo desta nega/todo mundo vem&#8221; cantados como se nem poesia fosse. o poeta antropólogo antônio risério (no seu livro mais recente), comentando sobre &#8220;a lenda do abaeté&#8221; lembra a rima trimestiça como um símbolo da nossa mistura racial (&#8221;batucajé&#8221; é vocábulo híbrido de banto e iorubá. &#8220;abaeté&#8221; é tupi. e &#8220;quisé&#8221; é português):</p>
<blockquote><p>no abaeté tem uma lagoa escura<br />
arrodeada de areia branca<br />
ô de areia branca<br />
ô de areia branca</p>
<p>de manhã cedo<br />
se uma lavadeira<br />
vai lavar roupa no abaeté<br />
vai se benzendo<br />
porque diz que ouve<br />
ouve a zoada<br />
do batucajé</p>
<p>o pescador<br />
deixa que seu filhinho<br />
tome jangada<br />
faça o que quisé<br />
mas dá pancada se o seu filhinho brinca<br />
perto da lagoa do abaeté<br />
do abaeté</p>
<p>a noite tá que é um dia<br />
diz alguém olhando a lua<br />
pela praia as criancinhas<br />
brincam à luz do luar</p>
<p>o luar prateia tudo<br />
coqueiral, areia e mar<br />
a gente imagina quanta a lagoa linda é</p>
<p>a lua se enamorando<br />
nas águas do abaeté<br />
credo, cruz<br />
te desconjuro<br />
quem falou de abaeté<br />
no abaeté tem uma lagoa escura</p></blockquote>
<p>antônio cícero na oficina que deu há um ano atrás em diamantina, comentava que um poema se torna um clássico quando entra para o repertório da língua. e não é preciso ser nenhum gênio para perceber que canções como &#8220;o que é que a baiana tem?&#8221; e &#8220;você já foi à bahia?&#8221; contêm alguns dos adágios mais comuns na fala coloquial de qualquer região brasileira. cícero tem razão. afinal, &#8220;quem não tem balangandãs não vai ao bonfim&#8221;.</p>
<p>caymmi me lembra a minha infância. quando eu era menino, não tínhamos muita música em casa. do pouco que rolava, meu pai gostava de ouvir coisas incomuns, cantadas em línguas estrangeiras ou os antigos cantores do rádio. mas a música que eu nunca esqueço e que ficou gravada nas faixas da minha memória é &#8220;o mar&#8221;, na voz do dorival, acompanhado de um violãozinho calmo e delicado. provavelmente esta será a única canção que cantará na minha cabeça no dia da minha morte.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>coletivo xepa</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 19:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leo gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[arte]]></category>

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		<description><![CDATA[
veja mais no www.coletivoxepa.blogspot.com
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