Bernard Shaw, o revolucionista

Um revolucionista é aquele que deseja descartar a ordem da existência social e tentar outra.

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Auto-sacrifício
O auto-sacrifício habilita-nos a sacrificar outras pessoas sem a menor vergonha.

Se você começa a sacrificar-se por aqueles que ama, acaba odiando aqueles por quem você se sacrificou.

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Civilização
A civilização é uma doença produzida pela prática de construir sociedades com material podre.

Aqueles que admiram a civilização moderna costumam identificá-la com a máquina a vapor e o telégrafo elétrico.

Aqueles que entendem a máquina a vapor e o telégrafo elétrico gastam suas vidas tentando substituir-se por algo melhor.

A imaginação não pode conceber um criminoso mais vil que aquele que construiria outra Londres como a atual, nem um maior benfeitor que aquele que a destruiria.

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Experiência
Os homens são sábios em proporção, não à sua experiência, mas à sua capacidade para a experiência.

Se pudéssemos aprender da mera experiência, as pedras de londres seriam mais sábias do que os mais sábios homens.

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Razão
O homem racional adapta-se ao mundo: o irracional persiste tentando adaptar o mundo a si mesmo. Portanto, todo progresso depende do irracional.

O homem que ouve a razão, está perdido: a razão escraviza todos aqueles cuja mente não é forte o bastante para dominá-la.

Um comentário sobre “Bernard Shaw, o revolucionista

  1. Opa, como vai meu amigo! Engraçado, temos o mesmo nome, da uma olhada em minhas artes qdo puder…

    ate mais…

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