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poesia

WTC BABEL S. A. (edições barbárie, 2008)

WTC BABEL S. A.  edições barbárie, 2008 (clique aqui e leia mais sobre este livro)

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erosão, um vídeo-poema (outubro, 2008)

em outubro de 2008, recebi o convite de ricardo silveira para participar de sua proposição poema passageiro, na mostra sesc artes 08. meu poema “erosão”, curiosamente, tinha sido concebido em 1998 para ser um vídeo-poema. me lembro que fiz muitos esforços para editá-lo no flash, com uma ajuda caprichosa de marcelo terça-nada! e na época, o resultado não foi o que queríamos. passados tantos anos, com tecnologia muito mais avançada, continuei apanhando dos programas de edição de vídeo. mas com esse trabalho voltei a balançar minha cine-imaginação.

(clique aqui para saber mais)

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das infimidades (foto: marcelo terça-nada!)

das infimidades. edições in vento, 2004

poemas curtos que se assemelham ao haicai, sem, no entanto, o mesmo rigor formal, são a tônica em das infimidades. leo gonçalves flerta com a poesia marginal, sobretudo leminski, chacal e cacaso, seu texto tem como marca o frescor, a espontaneidade. muitas vezes o ritmo de seus poemas se aproximam da canção. existe uma certa coloquialidade em sua poesia, um descuido proposital, aquela aura vadia, vira-lata, livre e descompromissada que confere leveza ao trabalho. há construção, claro, mas a principal matéria usada pelo poeta para engendrar seus textos é o acaso, ou melhor definindo, a elaboração do acaso.

sandro eduardo saraiva
www.revistaetcetera.com.br

publiquei o livro das infimidades em 2004 pelo selo in vento (inventado por mim e alguns amigos para lançarmos nossas produções), com uma imensa ajuda do pessoal do memória gráfica typographia escola de gravura, ong na qual eu trabalhava havia algum tempo ministrando oficinas de literatura e criação literária. fizemos, portanto, uma impressão tipográfica, coisa já pouco usada no nosso mercado editorial, devido à imensa trabalheira que dá, e ao custo da mão de obra.

são, ao todo 38 poemas curtos ou quase, reunidos no meio de uma meada maior ao longo dos meus 10 primeiros anos dedicados à criação. o livro foi bem recebido. como a tiragem foi bem pequena (300), e a procura foi grande, fiquei logo sem nenhum exemplar disponível. por esta razão, resolvi fazer esta edição fac-simile em formato pdf:

das infimidades. poesia, 2004

para baixar o fac-simile de “das infimidades”, clique na imagem acima.
arquivo em formato pdf (6,15MB).

(salve na memória do computador e
configure o acrobat para exibir as páginas duas a duas.)

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papeldobrado

papeldobrado, 2004

o grupo poesia hoje nasceu em meio às inquietações de alguns estudantes de letras, discípulos de Maurício Salles Vasconcelos, um professor com uma “performance” bem peculiar. na ocasião, ele havia desenvolvido uma disciplina-oficina de criação literária no curso de letras da ufmg. no ar, já pairava a ausência de waly salomão, morto em maio de 2003. o trabalho de conclusão do curso foi, então, uma homenagem ao poeta de jequié: a apresentação de várias performances poéticas no auditório da faculdade. e eu fui parar dentro de um parangolé de cetim vermelho enquanto falava em voz alta a “gemedeira das gemedeiras para waly salomão”, tudo invenção de letícia féres.

ainda em 2004, acabamos participando do 5º salão do livro de belo horizonte. nos apresentamos com a seguinte formação: bruno brum, daniel antônio, julius, leo gonçalves, letícia féres, michel mingote e renata cabral e atendíamos pela alcunha de “grupo estilingue”. na mesma noite, apresentaram-se também os poetas: ana elisa ribeiro, ricardo aleixo, chacal e carlos ávila. uma noite e tanto, onde se inauguraram grandes amizades e parcerias para muito além do grupo que fazia sua primeira performance fora da faculdade.

pouco tempo depois já havíamos abandonado o título de “estilingue” e passamos a atender por grupoPOESIAhoje. éramos seis: eu, o julius, a lenise regina, a letícia féres, o michel mingote e a renata cabral. o nome do grupo seguia a bússola lançada pelo poeta-professor-apadrinhador Maurício e o mote de Waly: “serena e sem catástrofe/não é difícil aprender a arte de perder”.

foi então que lançamos o folheto papeldobrado, reunião de poemas dos integrantes do grupo. fizemos uma tiragem de mil exemplares e o trabalho foi distribuído nos diversos eventos dos quais participávamos. destaque para a zip: zona de intervenção poesia &, capitaneada por ricardo aleixo.

o grupo, com o tempo se dissolveu em meio aos desejos de cada um. mas ficaram algumas coisas: uma profunda e rica interlocução, várias mudanças de rumo na produção individual de cada um, uma postura est-ética repleta de ativismo e renovação, muita paixão e amizade

clique nas imagens abaixo e leia o papeldobrado em formato jpg. baixe, imprima e dobre.

papeldobrado (frente)

papeldobrado (verso)

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